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A terceira família…

E porque o número três simboliza a unidade falo hoje da minha terceira família. Todos nós temos a família paterna e materna. Contudo, eu tenho a sorte de ter mais uma família e é a ela que dedico a minha mensagem!

Após ter nascido no Hospital Militar da Estrela, voei, ainda com dias, para a Base Aérea n.º4 Lajes – Ilha Terceira – Açores, onde os meus pais moravam e por lá fiquei até aos dois anos e meio.

O meu pai era militar e a minha mãe professora em Angra do Heroísmo e alguém tinha de tomar conta do pequeno (eu!!!). Esse alguém foi a D. Barroquita! Se alguém duvidava da importância da vinculação nos primeiros anos de vida, o meu caso vem provar que essa presença criou um laço muito forte.

Na segunda-feira fui almoçar a casa da Barroquita e isso é sempre motivo de recordações, histórias, sorrisos e lágrimas. Lágrimas pelos tempos que já lá vão e pelas recordações que eles nos trazem, sorrisos porque existe a tal terceira família. Penso na Avó Lurdinhas como minha bisavó, na Barroquita e no Sr. Tibério como avós, nos filhos como irmãos (Betinho e Lurdinhas) e nos netos como sobrinhos…

Esta família acompanhou o meu percurso, umas vezes mais perto, outras mais de longe; contudo, estiveram sempre presentes.

Neste espaço partilho a alegria de quem se sente acolhido em mais uma família, confiante de que isso me dá mais força na minha vida!

2 Respostas

  1. Já tinha lido o bonito texto em Lisboa pelas mãos da tua mãe. Obrigado pela sinceridade das palavras, mas acredita que também estás ni meu coração como um irmão. Admirava-te todos os sábados quando ia a casa e nas férias quando tinha mais tempo para estar contigo. Quantas vezes adormeceste ao colo, em silêncio, tranquilo pela tua sempre e bonita presença. Quantas vezes foste levado ao ar desprendendo no teu sorriso gargalhadas contagiantes e lindas. São estes uns tempos inesquecíveis… Depois vi-te a crescer. De “Bucha” a Tiago. Referência apenas sem qualquer significado verdadeiro na infância, mas traduzito pelo afecto que “nos” pertencia. O tempo venceu tantos tempos que hoje sentimos que vale a pena acreditar na verdadeira amizade, carinho e partilha. Por ti e pela tua excelente família (D. Amélia, Sr. Casaleiro e Inês) cresceste com felicidade e tens ajudado, embora no silêncio das palavras, a felicidade e alegria de muitos outros que continuam a olhar-te e amar-te pelo simples e verdadeiro Tiago que continuas a SER.
    Força! Abraço.

  2. Obrigado pelas tuas palavras!!!

    Um grande abraço

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