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O prometido é devido… abra-se o pano, fale-se sobre afectos!

Curioso, eu, Tiago Casaleiro, a falar de afectos. Muitas vezes situo-me entre dois extremos: sensibilidade de um camião e a lágrima de canto no olho.
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Afectos era uma palavra que evitava aqui há uns tempos. Mas fui obrigado a pensar nisso, e onde perguntam vocês. Ao que eu respondo: na Faculdade de Teologia. E, agora, olham com admiração e exclamam, na Faculdade de Teologia fala-se de afectos?
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Sim! Desde o início do ano que fui confrontado com o estudo da filosofia e da antropologia o que me fez pensar no ser humano. O ser humano é um ser de relação e por isso, temos de falar de afectos, de amor.
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O post, contudo, versa sobre um colóquio na Faculdade (vizinha) de Filosofia: “A expressão mítica dos afectos”.
O pre-conceito (o hífen está colocado assim propositadamente) faz-nos pensar: “que raio terão os mitos a comunicar-nos sobre os afectos. Será que faz sentido, hoje?”
.

Essa foi uma das muitas questões abordadas! Numa perspectiva multidisciplinar procurou-se em vários textos de autores quer da antiguidade quer contemporâneos, captar-se a expressão dos afectos através do mito.

Foi referido que a herança clássica é complexa demais para a sociedade que se revê apenas no hedonismo, no que dá prazer e satisfaz. No classicismo encontra-se um espelhar de valores que se vão perdendo.

Foram muitas as ideias e frases partilhadas. Se para os entendidos deve ser fácil captar o alcance das leituras e análises feitas, para os mancebos, como eu, foi, muitas vezes, difícil de acompanhar! Mas permitiu abrir algumas portas para a consciência da minha/nossa ignorância (Sócrates bem tinha razão: só sei que nada sei).

De todas as coisas saliento uma:

“Amar e conhecer é o destino do ser humano”

PS: Tenho de conhecer melhor a obra de Daniel Faria!

PS2: Menção honrosa seja feita à minha ex-professora sed semper magistra de latim e grego, que dinamizou e organizou este colóquio!

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